Revolusolar

Por que estamos construindo uma cooperativa solar em uma favela? Comunidade ou Favela? Parte 5 – Final

Hoje, encerramos a série “Por que estamos construindo uma cooperativa solar na favela?”. Até aqui, falamos da difícil realidade de acesso à energia na favela, de como a situação piorou na pandemia, sobre o histórico de atividades da Revolusolar, e sobre o contexto regulatório da geração distribuída de energia no Brasil.

Para concluir, falaremos das tradições comunitárias nesse território. A história da favela é de cooperação, de coletividade, de autogestão e de mutirões. Todos se conhecem e se ajudam. Por isso há essa confusão comum entre os termos “comunidade” e “favela”.

Mas qual é o certo? Favela ou Comunidade? Segundo Valdinei Medina, liderança comunitária na Babilônia, “o termo favela refere-se ao território (normalmente morro), enquanto comunidade é a população que ali habita, são as pessoas”.

O projeto da cooperativa solar, além de ser mais viável técnica e economicamente, harmoniza com essas tradições comunitárias. Este modelo está alinhado também à proposta do financiamento coletivo, que é aberto, horizontal, democrático e transparente. Não à toa, escolhemos ele para financiar a construção da primeira cooperativa de energia solar em uma favela do Brasil.

Agora que você já entendeu um pouco mais o que nos motivou a construir uma cooperativa solar na favela, que tal nos ajudar a concretizar esse sonho? Entre em nosso link e contribua como puder! www.benfeitoria.com/revolusolar

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