Revolusolar

A Mascote

Conheça a Sol.

O ano é 2020 e apesar de toda luta feminista e antirracista que travamos nos últimos anos, as mulheres e, especialmente, mulheres negras, ainda precisam lutar muito para conseguir uma representatividade tímida dentro do mercado de trabalho. E isso se reflete na forma como as profissões são representadas pela sociedade e usadas no linguajar cotidiano. Isso se reflete quando falamos em “médicos”, “engenheiros”, “advogados”, geralmente usando o gênero masculino, ainda que a profissional em questão seja uma mulher.

Dentro da Revolusolar, além de trabalhar para reduzir o impacto ambiental e melhorar a vida da comunidade, trabalhamos também para trazer representatividade para as minorias que costumam ser invisibilizadas pelo sistema patriarcal em que estamos inseridos. Por isso, quando surgiu a necessidade de criarmos uma nova mascote para a nossa instituição, não tivemos dúvida: será mulher, negra e engenheira!

Apresentamos a vocês a Sol! Uma representante da capacidade, do talento e da inteligência da mulher negra. E ela está equipada com todos os elementos a que uma verdadeira engenheira tem direito: capacete, botas, calça jeans e blusa com a logo da nossa Revolusolar.

Em uma das mãos, ela segura o projeto da primeira cooperativa de energia solar em uma favela do Brasil, e na outra esboços de próximos planos que queremos realizar.

Sol é a mascote responsável por tocar as obras de energia solar da Revolusolar, e tem um sonho claro: viver em um mundo com menos desigualdade social, racial e de gênero.

Bem-vinda, Sol.

* Anna Carolina Sermarini é engenheira ambiental pela UFRJ e trabalha no Instituto de Energia da PUC-Rio: atua como especialista em um Projeto de P&D em energia solar fotovoltaica e é voluntária da Revolusolar.

Comments.

  • Muito bacana esse olhar feminino, amoroso e sensível que descreve a mascote Sol. Que ela possa ser a inspiração pra muitas meninas nas comunidades e rincões do Brasil. Que essas meninas possam sonhar e realizar o sonho de brilhar e jogar luz por onde passar. Abraços solares!

  • Pedro Paulo Medeiros

    A luta continua.

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